FALAR É FÁCIL, DIFÍCIL É FAZER-SE ENTENDER – PARTE I

Ao escolher o nome do blog, pensa aqui comigo era a minha primeira e única opção. Não estivesse o domínio na Internet disponível, provavelmente não teria procurado outra.

Pensa aqui comigo não é tanto um convite ao debate, embora em algum momento isso possa vir a se tornar inevitável.

Trata-se mais de um esforço de organizar o pensamento de forma que possa ser transmitido sem perda significativa para o entendimento.

Não que seja extremamente complexo, inescrutável, pelo contrário, prezo e prego por sua simplicidade, mas fato é que a comunicação tem suas limitações e armadilhas, imprecisões e ambiguidades.

Sem os devidos cuidados, entre os quais rigor conceitual e formal, precisão gramatical, concisão de texto e clareza de contexto, somos facilmente levados a interpretações subjetivas, a juízos impróprios, a conclusões extravagantes.

Mantida esta preocupação com a objetividade da escrita, resta cuidar do caráter subjetivo, que só pode ser minimizado se o autor explicitar os aspectos peculiares ao seu modo de pensar.

Apesar de indicado na seção Sobre o blog, achei que não seria demais reforçar alguns pontos acima e, mais importante, esclarecer algumas premissas de que me valerei recorrentemente e que, talvez, fujam um pouco do senso comum.

É o que farei em FALAR É FÁCIL, DIFÍCIL É FAZER-SE ENTENDER – PARTE II…


Continua

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