Man, we were stupid and contagious!!! – Pt. 1

It started off a so well. In fact, it could not get much worse, since I feel like jumping someone else’s train. But I know what I will find and I will never shed a tear, if not for you.

With this kind of weird handwritten dedication on Anaïs Nin’s A Spy in the House of Love, a well-thought-out approach, in several senses and to its fine details, I made real what no one else ever even dared to dream.

I chose a used copy but in very good condition, so you could guess a single previous owner, that could either be myself or a close friend.

I held it discreetly as I entered the bar, not to sound snooty. That was the biggest risk I took. Many, many of the regular customers of that clip joint were really rather snobbish.

That was a fine line and I treaded it gracefully. The book felt naturally in my hands even when I used it to point her a vacant table.

We left the counter and as soon as we sat down, before she had the time to ask about it, which she surely would do the next thing, I wrote down those somewhat enigmatic lines right on the front cover.

By the time she had read them, the table was already crowded. So she slipped the book into her purse.

Bohemian Rhapsody


versão para a canção do Queen

 
Isso que a vida traz
Guardado para mim
Não quero ouvir mais
Quero estar bem longe daqui
Olho pra trás É fácil dizer adeus "Sai dessa vida Não tem que ser assim" Mas eu nem sei como começar Alguém tem que me ajudar A brisa vem do mar Anunciar o meu fim O meu fim Mãe, matei um cara O bandido estava armado Mandei bala no safado Mãe, eu também fui ferido Mas de que adianta, sei que agora é tarde Mãe, eu não quero te ver chorar Se eu não voltar também não fique triste Melhor deixar para lá Esquece que este filho existe Não sei o que vai ser Da minha vida sem você Não vou mais poder te ver Tchau pra todo o mundo Vou dar no pé Largar tudo e ir até onde puder Mãe, eu não queria morrer
Sem descobrir pra quê que eu fui nascer Acho que ainda dá tempo de eu fugir Se eu correr por aqui Vou parar num barranco Tudo que é malandro Vem correndo atrás de mim (O trem tá feio) O trem tá feio (O trem tá feio) O trem tá feio O trem tá feio para mim (vai se fuder!) Se eu pudesse voltar atrás (Se alguém pudesse encontrar algo mais Espero que ao menos tenham compaixão de ti) A polícia chegou, foi você que chamou? (Polícia! Não, acho que ainda é pior!) ((É pior!)) (Milícia! Então, você nunca ajudou!) ((É pior!)) (Milícia! Você nunca ajudou!) ((É pior!)) Nunca ajudou ((É pior!)) Nunca, nunca, nunca, nunca Nunca ajudou Não, não, não, não, não Nem mesmo a Virgem Maria Nem o Cristo Redentor Teriam juntos conseguido me tirar daqui
Daqui, daqui Essa é só uma das voltas que a vida dá Você pensa que eu não sei que vão me matar Não sou besta Sei o que me aguarda Só queria falar Só queria falar outra vez Nada mais importa É chegado o fim Nada mais importa Nada mais importa
Pra mim

Amanhã


versão para a canção do Guilherme Arantes

 May tomorrow
 Be a beautiful day
 All the mad happiness
 You could ever think of
 Come tomorrow
 May our strength be doubled
 Upwards and ceaselessly
 It shall always grow
  
 Mysteries
 Won't survive tomorrow
 Above what's illusory
 The Sun King will shine bright
 And tomorrow
 The luminosity
 Regardless to anyone's will
 Will be reigning
  
 In tomorrow
 Lies everyone's hopes
 Even the tiniest ones
 That exist and must thrive
 For tomorrow
 In spite of today
 There will come forth a road
 We shall thread in
  
 And tomorrow
 Though some just don't want to
 Belongs to those who'll wait 'til
 The break of the new day
 When tomorrow
 Hatred has been soothed
 Fear has been smoothed over
 Will be plenty
 Will be plenty