Amanhã


versão para a canção do Guilherme Arantes

 May tomorrow
 Be a beautiful day
 All the mad happiness
 You could ever think of
 Come tomorrow
 May our strength be doubled
 Upwards and ceaselessly
 It shall always grow
  
 Mysteries
 Won't survive tomorrow
 Above what's illusory
 The Sun King will shine bright
 And tomorrow
 The luminosity
 Regardless to anyone's will
 Will be reigning
  
 In tomorrow
 Lies everyone's hopes
 Even the tiniest ones
 That exist and must thrive
 For tomorrow
 In spite of today
 There will come forth a road
 We shall thread in
  
 And tomorrow
 Though some just don't want to
 Belongs to those who'll wait 'til
 The break of the new day
 When tomorrow
 Hatred has been soothed
 Fear has been smoothed over
 Will be plenty
 Will be plenty
   

KARL X CHARLES Pt. 2

Admitindo não ter conhecimento profundo de uma ou outra obra, pretender fazer uma crítica ao pensamento marxista a partir de uma ótica darwinista é, sem dúvida, uma grande ousadia.

Ainda maior por acreditar estar suscitando questões que, apesar de me parecem óbvias, inclusive em suas consequências, reputo inexplicavelmente inéditas.

Darwin e Marx apresentaram novas formas de enxergar o mundo.

Por óbvio, não tiraram suas ideias do nada, pelo contrário, estudaram exaustivamente os que os precederam e também participaram ativamente da comunidade científica e dos debates, em suas respectivas áreas de interesse.

Conseguiram trazer originalidade e consistência em suas proposições, sintetizando robustos corpos de conhecimento, marcos referenciais para o desenvolvimento posteriormente observado.

Ao aplicar o método dialético ao materialismo histórico, Marx chegou a uma visão que ainda se sustenta: o modo como, em determinado momento histórico os fatores de produção (matérias primas, força de trabalho, ferramentas, processos produtivos, conhecimento acumulado) se relacionam para propiciar a atividade econômica (transformação e circulação de recursos) traz em si próprio as contradições (inconsistências, insustentabilidade face ao aumento populacional ou ao esgotamento de recursos, dificuldades tecnológicas, interesses divergentes) que implicarão em sua superação.

Partindo do conhecimento diacrônico de outras sociedades, alguns historiadores europeus já haviam abstraído uma nova concepção da História, calçada nas regularidades observadas. A História deixa de ser uma crônica das dinastias, dos personagens ilustres, das batalhas épicas e dos feitos heróicos, escrita com propósitos quase sempre laudatórios.

A observação de padrões nos acontecimentos registrados em um número cada vez maior de civilizações com que os europeus faziam contato em sua expansão global acendeu a ideia de que, a exemplo do que acontecera com o conhecimento do mundo natural, também as sociedades humanas regessem-se por leis atemporais.

Deduzí-las, enunciá-las, fundamentá-las e comprová-las passou a ser a obstinação, o Santo Graal, a razão de ser e a afirmação das ainda incipientes Ciências Sociais.

EARLY BIRDS

Lost dewdrop from a sparrow’s beak
Feel like
Feels like
Feels like I’m always missing something


Dark cloudburst on the horizon
Feel like
Feels like
Feels like I’m always expecting for something
Deprived of my feelings Feel like Feels like Feels like I’m always missing the poignant Stray dog fed up with bones Feel like Feels like Feels like I'm always expecting for someone
I know it doesn’t show I know you don't believe Still I’m always missing you Still I’m here waiting for you

O TRABALHO – Pt.1


investigação sob uma ótica evolucionista

surgimento

Podemos identificar o processo evolutivo da raça humana, sem aprofundar a especulação sobre suas causas ou a investigação sobre os mecanismos que o tornam possível, com a diversificação e crescente complexidade das atividades que consegue executar.

Hoje a palavra trabalho aplica-se a uma vasta gama da atividade humana: tanto é usado para designar o trabalho braçal (labor, em latim), quanto o trabalho artístico e intelectual (opus); tanto trabalho remunerado quanto trabalho voluntário; tanto o trabalho subqualificado, informal e mal pago quanto o trabalho formalizado e protegido sob as leis trabalhistas ou estatutos do serviço público.

Trabalho infantil, trabalho escravo, prostituição, ainda que mazelas, não deixam de participar do conceito de trabalho, assim como a prática desportiva, religiosa, política, artística.

À parte as atividades relacionadas ao ócio, ao lazer e a cuidados pessoais, apenas àquelas atividades manifestamente ilegais nega-se a denominação de trabalho, em que pese o profissionalismo, o empenho, a expertise, a dedicação e a habitualidade dos que a elas se entregam.

Mas podemos imaginar um estágio inicial em que todas as atividades de nossos ancestrais representavam esforços de sobrevivência, incluindo busca de alimentos, proteção contra intempéries e outros animais e reprodução, esta última entendida como sobrevivência não do indivíduo, mas da espécie.

Por “nossos ancestrais” não me refiro especificamente aos primeiros hominídeos a se destacarem dos outros primatas, ou dos primeiros primatas, ou primeiros mamíferos, ou vertebrados, mas a qualquer ponto em que retornemos na cadeia evolutiva.

Os primeiros seres vivos e os que os seguiram, durante bilhões de anos, consumiam os recursos basicamente no estado em que eram encontrados na natureza, sem aplicar-lhes qualquer transformação externa significativa. Tampouco os utilizavam na obtenção de outros recursos, ou seja, como ferramentas.

Ao começar a modificar os recursos naturais de modo a torná-los mais disponíveis, abundantes, úteis e adequados às suas necessidades, nossos ancestrais dão início à era tecnológica. Cada melhoramento introduzido garantia uma vantagem evolutiva, realimentando de alguma forma e acelerando o processo.

Esta é uma mudança significativa nos mecanismos da evolução: além da interação passiva com o meio ambiente, que resulta em modificações lentas nas espécies, passa a existir uma interação ativa, que explica a aceleração do processo evolutivo da raça humana.

Paradoxalmente, ao mesmo tempo em que a diversificação das atividades liberta nossos antepassados, de certa forma, da luta constante pela sobrevivência, cria as condições para toda a sorte de exploração da capacidade de realização alheia e expropriação de recursos acumulados por outrem.

Explico melhor. A luta pela sobrevivência, grosso modo, igualava os indivíduos. Os recursos obtidos eram imediatamente consumidos. Se fossem escassos, poderiam ser objeto de disputa e expropriação. Se fossem abundantes, eram compartilhados, para não se perderem. Alguns só eram conquistados por meio do esforço coletivo.

Relações de competição e de cooperação emergem nesse cenário, e também evoluem, passando a constituir as complexas relações sociais que caracterizam as comunidades humanas, mesmo as primitivas.

A busca por excedentes, plenamente justificável pela ótica da garantia da sobrevivência, dá origem à necessidade de proteger esse excedentes, à cobiça, ao roubo, à ganância, à Economia, em síntese.

Nesta visão, o trabalho se origina na medida da diferenciação das atividades a que se entrega um ser humano para garantir a sua sobrevivência e do seu grupo familiar frente aos demais e dos resultados, qualitativa e quantitativamente apreciados dessas atividades.

Em outras palavras, a atividade humana só passa a ser considerada trabalho se gerar excedentes ao imediatamente consumível e se o resultado do esforço for qualitativa ou quantitativamente diferente a depender de quem o empreenda. Somente nessas condições cria-se o gradiente necessário aos fluxos de recursos que o caracterizam.

KARL X CHARLES Pt. 1


Durante cerca de 64 anos, de 1818, nascimento de Marx, a 1882, morte de Darwin, o mundo contou com a presença simultânea de dois dos maiores pensadores de sua história.

Ousaram dar explicação a temas de abrangência universal: um, à diversidade de formas de vida existentes no planeta; outro, à diversidade de formas que a sociedade humana pode assumir.

Independentemente de qualquer análise crítica, as teorias, propostas na segunda metade do século XIX, tiveram impacto imediato e fizeram sentir sua força ao longo do século seguinte.

Poder-se-ia supor que os modelos propostos revelassem semelhanças, afinidades, legitimação mútua. Poder-se-ia esperar que houvesse contatos, colaboração, comentários recíprocos, não apenas entre seus formuladores, mas também entre seus seguidores.

Em algum momento, Marx chegou a vislumbrar nas teorias darwinistas uma fundamentação na chamada História Natural para sua concepção materialista dialética da História (Humana).

Darwin, ao contrário, não parece ter se impressionado ou particularmente interessado pelas teses marxistas. Talvez porque não pensasse a evolução das espécies como um aperfeiçoamento inevitável, em uma direção previsível, em um processo de certa forma predeterminado. Preferia o termo “seleção natural”, como no título de sua obra máxima: “A Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural, ou Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Vida”

Por esse motivo, dou preferência ao termo “darwinismo”, evitando a conotação algo positivista do termo “evolucionismo”

O desenvolvimento e os desdobramentos do pensamento de cada um seguiu caminhos próprios, não resultando em síntese ou confronto significativos.

Atualmente, o poder explicativo das teses marxistas encontra-se debilitado pelo fato de que, apesar de amplamente debatidas, revistas, reformuladas, seja no seio acadêmico, seja no campo político e ideológico, não terem incorporado respostas para o fracasso histórico do socialismo real.

Já o darwinismo, apesar de amplamente difundido como visão de mundo subjacente às sociedades modernas, ressente-se de não ser levado às últimas consequências, por ter ainda que coexistir, na consciência coletiva, com a visão de mundo criacionista.

A esse respeito, ressalto que a dificuldade acometeu o próprio Charles Darwin: abandonar o criacionismo sem abandonar a ideia da necessidade de existência de um ser criador.

Admitindo não ter conhecimento profundo de uma ou outra obra, pretender fazer uma crítica ao pensamento marxista a partir de uma ótica darwinista é, sem dúvida, uma grande ousadia.

Ainda maior por acreditar estar suscitando questões que, apesar de me parecem óbvias, inclusive em suas consequências, reputo inexplicavelmente inéditas.

(It’s) THE MOUNTAIN (not the climb)

fantasy over Miley Cyrus’s The Climb

in Monty’s loving memory

Soon I will be gone. Soon it will be over. A voice inside my head says “You’ll never make it”.

Sometimes I’ve been a party, mostly I’m sad though.

Wish that voice was clear enough and told me what to do.

*Got to pick up your shit and hide it from the world cuz by the end of the night nobody seems to care.”

There’s always someone there to tell you what you’ve done wrong, a lot of things they say as if they only knew.

There’s no one ever there with whom I could share, so I turn on the stereo…

Miley Cyrus’s The Climb playing on the radio.

Titanium

Se você grita, eu não consigo escutar
Se algo te irrita, melhor falar

Você critica, mas tudo volta para você
Você atira no que não vê

Balas perdidas, frases soltas
Não vão me atingir

E o ricochete sempre volta
Melhor se proteger

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

Você me cobra
Você é que tem o que explicar

Ou então
É melhor calar

Subir o tom
Xingar, bater, ameaçar

Não vai dar bom
Melhor parar

Balas perdidas, frases soltas
Não vão me atingir

E o ricochete sempre volta
Melhor se proteger

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

Estou com a impressão
Que agora é chegado o fim

Vou começar
A cuidar de mim

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

E o ricochete sempre volta
Melhor se proteger

Não sou de aço ou de titânio
Sou forjada na dor

Versão para a canção de David Guetta e Sia

Beware of War

Behind my desk, my barricade
I fill a page with words I treasure
No one will read them, I’m afraid
I’m writing just for my own pleasure

I write about what’s coming next
And how we’re part of evolution
Times, they are changing very fast
We live in constant revolution

Behind my glass, I’m unafraid
I’ve drunk enough to feel courageous
In house, in bed I should have stayed
A drunken soldier sounds outrageous

Behind my door armies are trained
People are urged to take part
They choose a side and then they start
To think with someone else’s brain


That would be great, I won’t deny
If people knew enough to choose
And when the time came to decide
They did not let themselves get used

Behind my years I may assure
Though we have blown many good chances
There's no need to look into the future
With shortsighted narrow-minded lenses

Para onde vai este blog

Sinto-me na obrigação com meus poucos leitores de esclarecer a trajetória deste blog até o momento e as perspectivas que se apresentam.

Senti necessidade de ter um espaço mais apropriado para expor algumas ideias que me surgiam ao tomar contato via WhatsApp com o que pensavam outras pessoas. Incomodava-me ver tantas mensagens apócrifas, mal redigidas, descomprometidas com a lógica argumentativa, estrategicamente jocosas, reconhecida ou inadvertidamente distanciadas da realidade dos fatos conhecidos e notórios, consciente ou inconscientemente falaciosas.

Desde o início, deixei claro que fatos, especialmente os controversos fatos da política nacional, não seriam objeto ou matéria-prima por aqui.

Já as ideias que me interessam foram se desdobrando, relacionando ou agrupando naturalmente. Tentei organizá-las abrindo uma página específica para aquelas que identifiquei como principais, irredutíveis.

A preocupação inicial com a validade das informações, ou melhor afirmações que circulam nas redes sociais me fez refletir sobre o conceito de verdade e realidade e as possibilidades do conhecimento.

A dupla natureza da verdade, seja como conformidade entre realidade e discurso seja como consenso ou convenção socialmente atingidos, ganha novos significados sobre o pano de fundo das novas tecnologias digitais, que proporcionam uma velocidade de produção e compartilhamento de informação além da capacidade humana de verificar sua procedência ou questionar sua validade. Fontes secundárias passam então a preponderar, legitimando-se não na observação própria ou aferida por uma comunidade científica, mas sim por adesão guiada por critérios subjetivos inverificáveis.

Nessa esteira também surge a ideia de democracia digital, com todas as ameaças distópicas, desde a recriação da realidade por algoritmos até o fim da história pela supressão do conhecimento factual e sua substituição pela coleta em tempo real de meras opiniões, passando pelo estágio já em curso de desconstrução e manipulação de fatos, originariamente nas esferas política e ideológica, passando em breve para a implosão do próprio sistema racional em que se funda o método científico que nos proporcionou o avanço tecnológico que nos trouxe à era digital em primeiro lugar…

O fato de que o conhecimento tenha atingido tal nível somente na espécie humana lança luz sobre o evolucionismo e necessidade de refletir sobre seu impacto em todos os campos, em como é difícil substituir um paradigma, no caso o criacionismo, em todos os seus efeitos, e mais ainda, suprimir seu pressuposto de um ser criador.

Pensar a evolução da espécie humana pode ser feito analisando a maneira como usamos os recursos que encontramos na natureza e que passamos a transformar. É o despertar da cultura, que na ótica criacionista nos foi dada pronta com o rótulo de natureza humana. Na verdade, até aqui, por milhões de anos compartilhamos a mesma natureza evolutiva que outros primatas, como comprova o sequenciamento genético.

O uso cada vez mais sofisticado dos recursos é propiciado pela tecnologia, desenvolvida por sua vez a partir dos conhecimentos adquiridos, aperfeiçoados e acumulados ao longo de gerações devido ao que se tornou o método científico, que herda da tradição filosófica a dúvida sistemática, que favorece a constante busca de conhecimento, ao invés da estagnação determinada pela imposição e aceitação de dogmas.

Pensar a evolução como a formação biológica simultânea de órgãos sensoriais e processadores das informações captadas, numa escala de milhões de anos, reconcilia empirismo e apriorismo como formas de aquisição de conhecimento indissociáveis.

Pensar que juntamente com a evolução biológica, evoluíram a cognição, a linguagem e as relações sociais, por sua vez, esclarece como a moral é fruto da evolução e não de qualquer outra coisa. Bem e Mal nada mais são do que percepções das manifestações dos instintos individuais e coletivos existentes em qualquer ser vivo em busca de sobrevivência individual e enquanto espécie.

Essas e outras dualidades, oposições dialéticas certamente devem ser repensadas, sintetizadas ou reduzidas a um denominador comum, seja na explicação dos fenômenos observados na física de partículas, seja na aparente contradição entre o instinto, por falta de termo melhor, de preservação individual e o mecanismo, termo deliberadamente inapropriado, de cooperação para sobrevivência de espécie.

A compreensão desses dois vetores indissociáveis da evolução, mormente a aceitação do princípio da busca pela sobrevivência individual, sem a valoração negativa que lhes dão as fadigas religiosas e as teses comunistas, explica a um só tempo a hipocrisia em que caem as religiões cristãs e a falência das experiências do socialismo real.

A maneira como esses grandes temas e ideias estruturantes por trás deles se entrelaçam me fez pensar em uma explicação fractal para a personalidade. Cada ato ou pensamento de uma pessoa traria embutida todos os elementos que a constituem.

Espero organizar os assuntos, aprofundar os temas, preencher as lacunas abertas pela especulação desenfreada.

E continuar especulando…

EM TEMPO

Ainda não abordei um tema essencial que é a compreensão do “vetor cooperação” e sua interação com o “vetor individualista”, para entender como ocorre a evolução das espécies e onde sobressaem outras duas ideias poderosíssimas: a teoria dos jogos e o comportamento de bando…

Lula e Bolsonaro

Não se trata de um post sobre a política brasileira atual. Não há espaço para isso neste blog sobre ideias.

Tampouco interessa-me a polarização sobre qualquer assunto e o título diz Lula e Bolsonaro, e não Lula x Bolsonaro.

O que pretendo é propor uma reflexão sobre uma determinada hierarquia que imagino deva ser observada tanto entre as ideias e como entre aqueles que as concebem e defendem. Assim como há ideias grandiosas e também mesquinhas, haverá pessoas mais ou menos relevantes.

As grandes ideias somente são assim percebidas, em sua plenitude e importância, sob uma perspectiva histórica. Podem até já nascer taludas, a depender do tempo e das circunstâncias a que servem de resposta, mas podem também nascer pequenas e crescer à medida em que permanecem puras, intactas, válidas e aplicáveis por séculos a fio.

Grandes ideias, enfrentando e sobrevivendo à inexorável erosão dos séculos, inspiram grandes homens e mulheres a desempenhar feitos notáveis e admiráveis, bem como servem de referência e agrupam pessoas a seu redor.

Tomemos o exemplo da democracia Americana. Os ideais libertários, igualitários e humanitários que a infirmaram, enunciados e defendidos à época, continuam fazendo-se ouvir, pois ainda são invocados, com legitimidade, propriedade e coerência pelos atuais líderes, sem deixar de fazer referência e prestar reverência aos líderes que no passado os definiram.

Já no Brasil, o que vemos? Um país em que o culto à personalidade é tão forte, não cultua a personalidade e as ideias de nenhum vulto histórico?

Será que não existe alguma ideia na nossa história cuja grandeza seja reconhecida por toda população como ideal a ser defendido com afinco ou ninguém que possa ser identificado como o personagem histórico que a tenha concebido ou defendido?

Serão Lula e Bolsonaro os fundadores da nossa Pátria?

Travessia

Versão para a música do Milton Nascimento

Since the moment you parted
Night was set into my life
Never felt so broken-hearted
Wonder how will life go on
'Cause this house is not my home
There's just no place where I'd belong
I'm alone and I can't hold
Things I should have said and done

Down the road I will find out
Nothing can stop me now
Stone by stone I will tread it
Have no time left for doubt

Breeze, it made up my dreams
Wind put them to an end
I will swallow my pain though
I am willing to die

As my life goes on its way
I am starting to forget
I no longer want to die
There’s a lot in life for me

I may fall in love again
But if it ends, there’ll be no pain
I will face my destiny
With my both feet on the ground

Down the road I will find outNothing can stop me now
Stone by stone I will tread it
Have no time left for doubt

Breeze, it made up my dreams
Wind put them to an end
I will swallow my pain though
I am willing to die

As my life goes on its way
I am starting to forget
I no longer long to die
There’s a lot in life for me

I may fall in love again
But if it ends, there’ll be no pain
I will face my destiny
With my both feet on the ground